A Aliança é uma iniciativa multi-stakeholder e internacional projetada para melhorar a governança florestal e a conservação da biodiversidade, através da redução da demanda por produtos florestais extraídos ilegalmente e do aumento da capacidade das cadeias de fornecimento para fornecer papel e madeira legais.
Madeira e papel estão entre os produtos mais utilizados e comercializados no mundo. O gerenciamento florestal responsável fornece matéria-prima renovável para uma ampla gama de produtos, proporciona sustento para milhões de pessoas e contribui para a conservação da biodiversidade. No entanto, em muitas regiões, a extração ilegal de madeira está tendo impactos insustentáveis. A extração ilegal não só contribui para o desmatamento, para a perda da biodiversidade e para a maior emissão de gases de efeito estufa, como provoca uma diminuição das fontes de renda públicas e também pode gerar conflitos sociais e violações dos direitos humanos.
Para enfrentar esses desafios, o World Resources Institute e a Agência de Investigação Ambiental (EIA), com o apoio da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), lançou a Aliança para a Legalidade Florestal em 2010. A Aliança é uma iniciativa multi-stakeholder e internacional projetada para melhorar a governança florestal e a conservação da biodiversidade, através da redução da demanda por produtos florestais extraídos ilegalmente e do aumento da capacidade das cadeias de fornecimento para fornecer papel e madeira legais.
Para atingir seus objetivos, a Aliança conduz uma série de atividades:
Conscientizar e capacitar as cadeias de fornecedores de produtos florestais sobre os novos requisitos de legalidade florestal por parte dos compradores e das novas ferramentas existentes para aumentar a transparência e a legalidade.
Equipar os participantes das cadeias de fornecedores de produtos florestais com ferramentas práticas, interativas e de livre acesso para exercer o devido cuidado e manter os produtos florestais extraídos ilegalmente fora do mercado.
Demonstrar através de uma série de de estudos-piloto com voluntários entre os membros da Aliança que o cumprimento das novas exigências pode ser viável e rentável, e identificar maneiras práticas para reduzir e mitigar quaisquer encargos não intencionais para os importadores e produtores.
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